quinta-feira, 29 de março de 2018

O vulcão Etna

O vulcão Etna





erupção junho 2013



É um dos vulcões ativos na Europa. Fica na Italia na ilha Sicilia.

O Etna, com o seu misterioso encanto, desde os tempos antigos tem inspirado o homem na criação de lendas e histórias mitológicas relacionadas a ele. Não poucos poetas gregos e romanos que citaram o vulcão: Homero, Virgílio, Horácio, Ovídio e outros descreveram a atmosfera irreal e vista para as erupções do Etna.

Graças a eles e à tradição popular têm vindo a este dia muitas histórias fantásticas. É claro que muitas dessas histórias nasceram com o objetivo de fornecer uma explicação para estes fenômenos vulcânicos que na época não foram considerados eventos naturais, mas manifestações divinas.


Aqui esta uma das lendas mais famosas:


O deus Vulcão (Hefesto também chamado) um dia brigou com o Supremo Jove; obviamente, o primeiro foi derrotado e foi jogado para baixo de Olympus. 

A tremenda queda surpreendeu o pobre Vulcão que quando ele acordou, ele percebeu que estava em uma ilha encantada que não tinha nada a invejar a Olympus. 

Desde então Hefesto tomou posse do Etna onde diz trabalha como ferreiro dos deuses. 

Isto explica as ondas majestosas e espetaculares de lava e gases. 

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quinta-feira, 22 de março de 2018

Fettuccine manteiga derretida bacon crocante e sálvia

Fettuccine manteiga derretida bacon crocante e sálvia




2   
Fácil


25 Minutos para a mesa

Vinho branco bem frio


Ingredientes:
  • 300 gr. de fettuccine Massa Caseira da Lina;
  • 50 gr. de creme de leite;
  • 50 gr. de manteiga possivelmente sem sal;
  • 40 gr. de bacon;
  • 30 gr. de parmesão ralado;
  • 4-5 folhas de sálvia;
  • Sal e pimenta do reino preta a gosto.

Modo de preparo:

Encha de água uma panela (1 lt. Cada 100 gr. de massa) 30 gr. de sal grosso, coloca no fogo e espera que ferva, no entanto corte o bacon em tiras ou cubos, como você gosta, (eu fiz em tiras) em uma frigideira coloca uma noz de manteiga e quando esta derretida adiciona o bacon e deixa cozinhar até ficar crocante, adiciona a creme de leite (na verdade eu esquecei de colocar a creme de leite e ficou legal mesmo) e mistura o molho e reserve. Quando a água chega ao ponto de máximo fervor joga a massa ainda congelada e deixa cozinhar para o tempo escreto na embalagem. Escorra-a coloque-a na frigideira, ligue o fogo baixo, adiciona a manteiga, a sálvia e o queijo parmesão, mistura para 30 segundos ou até seja tudo bem misturado, coloque a pimenta do reino se gosta. 
Bom suas Fettuccine estão prontas!

Bom Apetite!

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quinta-feira, 15 de março de 2018

Historia da Massa a "Carbonara"

Macarrão a Carbonara


A maioria dos livros de receitas (aqueles que têm autoridade, claro) não testemunha a presença, dos macarrão a carbonara até 1930, o que confirmaria seu nascimento recente. 

Entre as possíveis versões de sua origem, ainda mais recentes, alguns acreditam que tem uma relação estreita com os Estados Unidos. 

O prato, como hoje é, você começa a vê-lo mencionado perto do fim da segunda guerra mundial, mais precisamente depois da libertação de Roma, em 1944.

Talvez tenha sido nessa época que surgiu a receita, o bacon, juntamente com ovos liofilizado em sacos trazidos por tropas norte-americanas, conta-se que eles fritavam o bacon, como costumava fazer no café de manhã nos pais deles, depois de ter cozinhado a massa, juntado o bacon, no saco encontraram ovos e, para dar mais sabor juntaram eles também.

Mas tem outra versão, aquela dos “nacionalistas” e dos românticos que discordam totalmente da versão “americana”. 

De acordo com eles, eu acho que a carbonara seria a evolução da massa "queijo e ovos", um condimento tipico das regiões Lazio e Abruzzo, no centro da Italia. 

Leva o nome dos lenhadores que iriam as Montes Apeninos para fazer carvão com madeira, eles não tiniam muitas coisas para fazer comida, então, levavam da casa a massa, o queijo e os ovos e juntavam tudo para ter uma refeição nutriente. 

Com certeza, nenhum especialista em receitas tradicionais, usaria bacon ou pancetta (ambos são tomados a partir da barriga do porco) ingredientes, digamos, “ricos”: a receita verdadeira dos lenhadores usa a bochecha de porco, ingrediente mais “pobre” para ser vendido, com uma elevada quantidade de músculo e baixas quantidades de gordura preciosa.

Hoje a receita tradicional da Carbonara usa, como ingredientes, bochecha de porco, ovos, queijo pecorino e pimenta do reino.

Tem variações com creme de leite alem dos ovos e queijo parmesão no lugar do queijo pecorino.

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quinta-feira, 8 de março de 2018

Fontana di Trevi

Fontana di Trevi


Sabe-se a Fontana di Trevi é entre as mais lindas do Mundo.

Todo mundo conhece a lenda de uma moeda lançada dando-lhe de volta para a fonte, que garante um retorno ou uma esperança de voltar em Roma. 

Mas a Fontana di Trevi também esconde outras lendas, acumuladas nos séculos quase dois anos e meio de história (inaugurado em 1761).


Uma dessas lendas diz, respeito Nicola Salvi, o arquiteto que projetou a fonte, mas não consegui finaliza. 


A Obra foi concluida para o Pannini com a inauguração do Papa Clemente XIII. 

Diz-se que a escultura travertino na parede em torno do chafariz na esquina da Via della Stamperia, que parece representar um grande pote, foi colocado por Salvi por uma razão.

Parece que o arquiteto costumava ir ao barbeiro que tinha sua própria oficina a esquerda da Fontana (costas a fonte). 

Os barbeiros, como tudo sabe, são incorrigíveis fofoqueiros, eles sabem de tudo, entendem de tudo, criticam tudo.  Nós não sabemos com que conhecimento arquitetônico, este barbeiro do século XVI, acreditava que o Salvi não fazia seu trabalho bem e que a Fonte, no final, não ficaria bonita. 

Todas às vezes, ele o atormentava com constantes críticas e julgamentos negativos sobre os progressos do trabalho da Fonte. Também não sabemos o motivo porque, o Salvi, continuava indo na barbaria, talvez para a conveniência da proximidade com o local de construção, talvez para o masoquismo de uma incerteza íntima, talvez fosse realmente um bom barbeiro com uma mão firme e bom. Quem sabe!  

Então o Salvi, acabando com a paciência, fez uma escultura que parece um pode, na frente da loja dele, de modo que ele não podia mais ver o progresso do trabalho. 

Os romanos mais tarde renomearam esta escultura como o Ás de Copas, por sua semelhança com o cartão de jogo.



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quinta-feira, 1 de março de 2018

Nhoque a moda de Paris

Nhoque a moda de Paris

: 4

: 20 minutos


: Média complicada


: Vinho branco seco bem gelado


Ingredientes:
  • 500 gr. de nhoque  Massa Caseira da Lina
  • 60 gr. de manteiga sem sal;
  • 50 gr.de manteiga sem sal;
  • 50 gr, de farinha de trigo
  • 500 ml de leite;
  • Noz moscada ralada  (se gosta);
  • Sal e pimenta do reino moída ou em pó a gosto;
  • 2 gemas;
  • 100 gr, de queijo  gruyere ralado;
  • 200 ml de creme  de leite.
M Modo de preparo

Pr   Primeiro vamos fazer o molho Mornay, em uma panela coloca 50 gr. de manteiga sem sal, 50 gr. de farinha de trigo, liga o fogo (potencia baixa) e mistura até chegar uma bola. Adiciona o leite e mistura até fica uma creme um pouco grossa, ajusta de sal, se gosta uma raladinha de noz moscada e pimenta do reino. Adiciona uma gema e mistura, como a gema foi absorvida coloca outra, adiciona  a metade do queijo gruyere (pode substituir com o parmesão mas o sabor é mais forte), adiciona a creme de leite, continue misturando para 2 minutos. Deixa repousar. Encha uma panela com água (1 litro para cada 100 gramas de massa) 30 gr. de sal, coloque-o sobre o fogo e espere por ferver. Como a água está no seu ponto mais alto de ebulição joga os nhoques, ainda congelados, cozinhá-os para o tempo escrito na embalagem. No entanto toma um refratário com bordos altos, coloca uma chamada de molho. Escorra os nhoques e coloca-os no refratário, completa com o molho, a manteiga e o queijo, pimenta do reino moída a gosto.
      Bom Apetite.
      Lina

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Historia das Fettuccine Alfredo

Fettuccine Alfredo





Acho que em Roma não há nenhuma pessoa que não conhece este prato. E a maioria sabe come nasceu. Quero compartilhar com vocês a historia desse prato bem simples e muito saboroso.

Hoje muitos cozinheiros e Chefes usam a creme de leite pra tornar o prato mais sofisticado e mais leve, a salsinha para dar cor; alguns colocam também o alho.  

Eu relatei, para um homenagem a ele, a receita original de Alfredo Di Lelio. 

Alfredo trabalhou desde menino no pequeno restaurante aberto por sua mãe Angelina, na Praça Rosa, mas apenas em 1908 inventa o fettuccine, que mais tarde se tornaram famosas em todo o mundo.

Para dar um tônico natural a sua esposa Ines, prostrada após o parto Alfredo inventou esse prato feito só com muita manteiga e muito queijo parmesão.

As fettuccine foram um prato de sucesso familiar antes de se tornar o prato que fez de Alfredo Di Lelio uma pessoa famosa o prato foi chamado simplesmente "Fettuccine Alfredo". 

Alfredo abriu em 1914, na Via della Scrofa, para depois vender o restaurante após a guerra. 

Em 1950, ele abriu com seu filho Armando o restaurante "Il Vero Alfredo", na Piazza Augusto Imperatore, e aqui que o prato vai tornar famoso e voa da outra parte do Atlantico. 

Em Piazza Augusto Imperatore ainda hoje vocês pode comer as famosas Fettuccine Alfredo na versão original.

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Limoncello



Limoncello 

É um dos licores italianos por excelência, geralmente servido no final da refeição, como digestivo. 

O mais famoso é produzido na costa de Amalfi, em Sorrento e na ilha de Capri. Os componentes são simples: álcool, limão "amalfitano" e açúcar, a cor é amarelo brilhante, mas pode variar se for produzido artesanalmente (dependendo dos limões), o teor de álcool ideal é entre 35 e 50 Vol., geralmente os artesãos são os mais fortes. 

Existem variações: a calabresa, menos doce e com um sabor apimentado, dada pela adição de pimenta calabresa clássica; o da Ligúria, com o uso exclusivo de limões provenientes da Riviera delle Palme ou Cinque Terre.


O nascimento, como muitas coisas, é controverso, alguns afirmam que a receita foi dada diretamente por Zeus (Júpiter) a um homem cujo nome é desconhecido; outros argumentam que os pescadores, já na era da invasão dos sarracenos, beberam o licor para se aquecer nas manhãs frias, outros, no entanto, acreditam que a receita nasceu dentro de um mosteiro para deleitar os frades entre uma oração e outra. 

Uma  versão, talvez a mais verdadeira, no início dos anos 1900, em uma pequena pousada na Ilha Azul, onde a Sra. Maria Antonia Farace cuidava de um luxuriante jardim de limões e laranjas. Ela inventou esse licor.

O sobrinho, depois da guerra, abriu um negócio de restauração perto da vila de Axel Munte.  

A especialidade desse bar era apenas o licor de limão feito com a antiga receita da avó. A verdade, talvez, nunca saberá.  

Além dos diatribes sobre o nascimento deste licor, deve-se dizer que, depois de uma refeição ou de noites quentes, em companhia de esposas, companheiras/os, amigos e convidados, conversando em terraços ou ao beija mar, ou admirando a vista você não pode perder um copo de Limoncello bem gelado para animar a noite.

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