quinta-feira, 15 de março de 2018

Historia da Massa a "Carbonara"

Macarrão a Carbonara


A maioria dos livros de receitas (aqueles que têm autoridade, claro) não testemunha a presença, dos macarrão a carbonara até 1930, o que confirmaria seu nascimento recente. 

Entre as possíveis versões de sua origem, ainda mais recentes, alguns acreditam que tem uma relação estreita com os Estados Unidos. 

O prato, como hoje é, você começa a vê-lo mencionado perto do fim da segunda guerra mundial, mais precisamente depois da libertação de Roma, em 1944.

Talvez tenha sido nessa época que surgiu a receita, o bacon, juntamente com ovos liofilizado em sacos trazidos por tropas norte-americanas, conta-se que eles fritavam o bacon, como costumava fazer no café de manhã nos pais deles, depois de ter cozinhado a massa, juntado o bacon, no saco encontraram ovos e, para dar mais sabor juntaram eles também.

Mas tem outra versão, aquela dos “nacionalistas” e dos românticos que discordam totalmente da versão “americana”. 

De acordo com eles, eu acho que a carbonara seria a evolução da massa "queijo e ovos", um condimento tipico das regiões Lazio e Abruzzo, no centro da Italia. 

Leva o nome dos lenhadores que iriam as Montes Apeninos para fazer carvão com madeira, eles não tiniam muitas coisas para fazer comida, então, levavam da casa a massa, o queijo e os ovos e juntavam tudo para ter uma refeição nutriente. 

Com certeza, nenhum especialista em receitas tradicionais, usaria bacon ou pancetta (ambos são tomados a partir da barriga do porco) ingredientes, digamos, “ricos”: a receita verdadeira dos lenhadores usa a bochecha de porco, ingrediente mais “pobre” para ser vendido, com uma elevada quantidade de músculo e baixas quantidades de gordura preciosa.

Hoje a receita tradicional da Carbonara usa, como ingredientes, bochecha de porco, ovos, queijo pecorino e pimenta do reino.

Tem variações com creme de leite alem dos ovos e queijo parmesão no lugar do queijo pecorino.

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quinta-feira, 8 de março de 2018

Fontana di Trevi

Fontana di Trevi


Sabe-se a Fontana di Trevi é entre as mais lindas do Mundo.

Todo mundo conhece a lenda de uma moeda lançada dando-lhe de volta para a fonte, que garante um retorno ou uma esperança de voltar em Roma. 

Mas a Fontana di Trevi também esconde outras lendas, acumuladas nos séculos quase dois anos e meio de história (inaugurado em 1761).


Uma dessas lendas diz, respeito Nicola Salvi, o arquiteto que projetou a fonte, mas não consegui finaliza. 


A Obra foi concluida para o Pannini com a inauguração do Papa Clemente XIII. 

Diz-se que a escultura travertino na parede em torno do chafariz na esquina da Via della Stamperia, que parece representar um grande pote, foi colocado por Salvi por uma razão.

Parece que o arquiteto costumava ir ao barbeiro que tinha sua própria oficina a esquerda da Fontana (costas a fonte). 

Os barbeiros, como tudo sabe, são incorrigíveis fofoqueiros, eles sabem de tudo, entendem de tudo, criticam tudo.  Nós não sabemos com que conhecimento arquitetônico, este barbeiro do século XVI, acreditava que o Salvi não fazia seu trabalho bem e que a Fonte, no final, não ficaria bonita. 

Todas às vezes, ele o atormentava com constantes críticas e julgamentos negativos sobre os progressos do trabalho da Fonte. Também não sabemos o motivo porque, o Salvi, continuava indo na barbaria, talvez para a conveniência da proximidade com o local de construção, talvez para o masoquismo de uma incerteza íntima, talvez fosse realmente um bom barbeiro com uma mão firme e bom. Quem sabe!  

Então o Salvi, acabando com a paciência, fez uma escultura que parece um pode, na frente da loja dele, de modo que ele não podia mais ver o progresso do trabalho. 

Os romanos mais tarde renomearam esta escultura como o Ás de Copas, por sua semelhança com o cartão de jogo.



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quinta-feira, 1 de março de 2018

Nhoque a moda de Paris

Nhoque a moda de Paris

: 4

: 20 minutos


: Média complicada


: Vinho branco seco bem gelado


Ingredientes:
  • 500 gr. de nhoque  Massa Caseira da Lina
  • 60 gr. de manteiga sem sal;
  • 50 gr.de manteiga sem sal;
  • 50 gr, de farinha de trigo
  • 500 ml de leite;
  • Noz moscada ralada  (se gosta);
  • Sal e pimenta do reino moída ou em pó a gosto;
  • 2 gemas;
  • 100 gr, de queijo  gruyere ralado;
  • 200 ml de creme  de leite.
M Modo de preparo

Pr   Primeiro vamos fazer o molho Mornay, em uma panela coloca 50 gr. de manteiga sem sal, 50 gr. de farinha de trigo, liga o fogo (potencia baixa) e mistura até chegar uma bola. Adiciona o leite e mistura até fica uma creme um pouco grossa, ajusta de sal, se gosta uma raladinha de noz moscada e pimenta do reino. Adiciona uma gema e mistura, como a gema foi absorvida coloca outra, adiciona  a metade do queijo gruyere (pode substituir com o parmesão mas o sabor é mais forte), adiciona a creme de leite, continue misturando para 2 minutos. Deixa repousar. Encha uma panela com água (1 litro para cada 100 gramas de massa) 30 gr. de sal, coloque-o sobre o fogo e espere por ferver. Como a água está no seu ponto mais alto de ebulição joga os nhoques, ainda congelados, cozinhá-os para o tempo escrito na embalagem. No entanto toma um refratário com bordos altos, coloca uma chamada de molho. Escorra os nhoques e coloca-os no refratário, completa com o molho, a manteiga e o queijo, pimenta do reino moída a gosto.
      Bom Apetite.
      Lina

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Historia das Fettuccine Alfredo

Fettuccine Alfredo





Acho que em Roma não há nenhuma pessoa que não conhece este prato. E a maioria sabe come nasceu. Quero compartilhar com vocês a historia desse prato bem simples e muito saboroso.

Hoje muitos cozinheiros e Chefes usam a creme de leite pra tornar o prato mais sofisticado e mais leve, a salsinha para dar cor; alguns colocam também o alho.  

Eu relatei, para um homenagem a ele, a receita original de Alfredo Di Lelio. 

Alfredo trabalhou desde menino no pequeno restaurante aberto por sua mãe Angelina, na Praça Rosa, mas apenas em 1908 inventa o fettuccine, que mais tarde se tornaram famosas em todo o mundo.

Para dar um tônico natural a sua esposa Ines, prostrada após o parto Alfredo inventou esse prato feito só com muita manteiga e muito queijo parmesão.

As fettuccine foram um prato de sucesso familiar antes de se tornar o prato que fez de Alfredo Di Lelio uma pessoa famosa o prato foi chamado simplesmente "Fettuccine Alfredo". 

Alfredo abriu em 1914, na Via della Scrofa, para depois vender o restaurante após a guerra. 

Em 1950, ele abriu com seu filho Armando o restaurante "Il Vero Alfredo", na Piazza Augusto Imperatore, e aqui que o prato vai tornar famoso e voa da outra parte do Atlantico. 

Em Piazza Augusto Imperatore ainda hoje vocês pode comer as famosas Fettuccine Alfredo na versão original.

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Limoncello



Limoncello 

É um dos licores italianos por excelência, geralmente servido no final da refeição, como digestivo. 

O mais famoso é produzido na costa de Amalfi, em Sorrento e na ilha de Capri. Os componentes são simples: álcool, limão "amalfitano" e açúcar, a cor é amarelo brilhante, mas pode variar se for produzido artesanalmente (dependendo dos limões), o teor de álcool ideal é entre 35 e 50 Vol., geralmente os artesãos são os mais fortes. 

Existem variações: a calabresa, menos doce e com um sabor apimentado, dada pela adição de pimenta calabresa clássica; o da Ligúria, com o uso exclusivo de limões provenientes da Riviera delle Palme ou Cinque Terre.


O nascimento, como muitas coisas, é controverso, alguns afirmam que a receita foi dada diretamente por Zeus (Júpiter) a um homem cujo nome é desconhecido; outros argumentam que os pescadores, já na era da invasão dos sarracenos, beberam o licor para se aquecer nas manhãs frias, outros, no entanto, acreditam que a receita nasceu dentro de um mosteiro para deleitar os frades entre uma oração e outra. 

Uma  versão, talvez a mais verdadeira, no início dos anos 1900, em uma pequena pousada na Ilha Azul, onde a Sra. Maria Antonia Farace cuidava de um luxuriante jardim de limões e laranjas. Ela inventou esse licor.

O sobrinho, depois da guerra, abriu um negócio de restauração perto da vila de Axel Munte.  

A especialidade desse bar era apenas o licor de limão feito com a antiga receita da avó. A verdade, talvez, nunca saberá.  

Além dos diatribes sobre o nascimento deste licor, deve-se dizer que, depois de uma refeição ou de noites quentes, em companhia de esposas, companheiras/os, amigos e convidados, conversando em terraços ou ao beija mar, ou admirando a vista você não pode perder um copo de Limoncello bem gelado para animar a noite.

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Fettuccine com lula

Fettuccine com lulas



: 4

: 45 min. (com lulas congeladas)

: Media


: Vinho branco seco bem gelado





Ingredientes:
  • 500 gr. de Fettuccine Massa Caseira da Lina;
  • 400 gr. de lulas;
  • 500 gr. de “Pelati “ou molho de tomate
  • 4 colher de sopa de azeite extra virgem
  • 2 dentes de alho;
  • ½ copo de vinho branco seco;
  • Uma punhada de salsa;
  • Pimenta calabresa a gosto.


Modo de Preparo

Descongela as lulas (se tem tempo em uma saladeira grande com água morna ou no micro ondas), corta em tiras ou deixa em anéis, a gosto. Toma uma frigideira, coloca o azeite, os dentes de alho descascados, a metade da salsa picada grossa quando os dentes de alho são dourados adiciona as lulas, mexa e depois de 2 minutos adiciona o vinho , quando é evaporado coloca o molho de tomate o os “Pelati” esmagados com um garfo(se não gosta de pedaços de tomate ante de adicionar-los pode passar no liquidificador) deixa cozinhar a fogo médio baixo até as luvas ficam bem macias, se precisa adiciona água. quente .Encha uma panela de água (1 lt. Cada 100 gr. de massa) 30 gr. de sal grosso (as anchovas e o atum já são salgados) coloca no fogo e espera o ponto de máximo fervor. Quando a água chega a o ponto de máximo fervor joga a massa, ainda congelada, cozinha-a para o tempo escrito na embalagem menos 1 minuto. Escorra as fettuccine jogue-as na frigideira., liga o fogo e deixa cozinhar para 1 minuto mexendo ou pulando, faça os pratos e em cima coloca a salsa.



Bom Apetite!

Lina


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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Cabeça de Touro

Florença, como Roma e outras cidades italianas é rica em monumentos e, consequentemente, de mitos e lendas sobre eles. 

Cabeça de Touro











Uma lenda singular que se conta é sobre a praça principal de Florença, Piazza del Duomo, com sua enorme Catedral de Santa Maria del Fiore e Campanário de Giotto. 

Apenas no lado esquerdo da Catedral, em cima da cornija, você pode observar uma cabeça de bovino. 

Segundo a lenda, a escultura representaria uma cabeça de um touro colocado lá por um dos mestres carpinteiros que trabalhavam na construção da Catedral. 

Diz-se que ele era o amante da esposa de um padeiro que tinha sua própria loja perto da igreja. 

O cara, uma vez descoberto o caso secreto, denunciou o carpinteiro e sua esposa que, sob a lei do tempo, a sentença era a interromper qualquer contato, mesmo que apenas vê-lo seria interpretado como uma ofensa e, portanto, passível com penas mais severas. 

Neste ponto, o carpinteiro, em vingança pelo padeiro que lhe tinha denunciado, colocou a cabeça com chifres de touro (em Itália, os chifres são um símbolo do amor traição) precisamente na direção da casa do padeiro, de modo que cada vez que o homem olhava pela janela ele poderia ver a cabeça de um touro que lembraria essa traição.

Historia? Realidade?...

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Lenda do Peixe Brilhante

A leda do peixe brilhante (de Mariano Cheli) Um camponês, muito pobre, um dia, muito tempo atrás, foi parado para um homem que deci...